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sábado, 21 de agosto de 2010
"E a Cultura, o que é que é?"
A função da arte não é a de passar por portas abertas, mas é a de abrir as portas fechadas. (Ernst Fisher, 1973) A cultura deve ser compreendida como todas as formas de expressão artística e todo o patrimônio material e simbólico da sociedade. Esse conjunto é fundamental para nossa memória e identidade. Quando se promove oportunidade para que todos os grupos, inclusive as minorias, expressem-se culturalmente, fomenta-se o respeito à diversidade. Assim, a cultura constitui-se um veículo eficaz de promoção da paz, da cidadania, da coesão nacional. (ERNEST FISHER (Blog Cultura - Existo, Logo penso!))
Filosofando...
“Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às idéias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se buscar compreender a significação do mundo, da cultura, da história for útil; se conhecer o sentido das criações humanas nas artes, nas ciências e na política for útil; se dar a cada um de nós e à nossa sociedade os meios para serem conscientes de si e de suas ações numa prática que deseja a liberdade e a felicidade para todos for útil, então podemos dizer que a Filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes” (Marilena Chaui (Blog Cultura - Existo, Logo penso!)).
Pensamento positivo
Necessário mesmo na vida é ter saúde , paz, conscincia reta e tranquila. As outras coisas, assim como as materiais , vêm por acréscimo, favorecendo o nosso bem-estar, o nosso conforto. É importante ter tudo isso, mas o principal é o equilíbrio do nosso mundo íntimo. De nada valerá a fortuna se não possuirmos um corpo saudável e a paz de espirito. A estabilidade emocional , psicológica deve vir em primeiro lugar.(Valdemir P. Barbosa)
Palavras
Autora: Ivone Gramosa Seu poder é profundo
Uma simples entonação
Pode por fim a qualquer encanto.
Ela é mistério, ponte de ligação de profunda união
E quando sintonizada está
Não há quem possa desentranhar.
A sua força também separa corações
Desmistificando a magia que estava a maquiar
Algo que na realidade era um puro representar.
Se for bem direcionada traz-nos conforto, paz, alegria
Tirando-nos da agonia.
Ser autêntico é um ponto fundamental
Para quem quer realmente ser feliz
Porque a inverdade até certo tempo pode vigorar
Mas o seu ser não vai suportar
Deixando transparecer o que de fato queria dizer.
Procure expressar-se claramente
Almejando ser útil no seu discurso.
Extravase, a vida é passageira
Você não pode protelar
Rasgue o verbo
Atinja o seu objetivo, sussurando, gritando
O momento é agora, pois o ontem não volta
E o hoje já está dando lugar para o amanhã
Derperte para vida.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O princípio da boa-fé e a função social
Contrato- Direito Civil
Por: Ivone Gramosa
Contrato no âmbito globalizado, observando o constante no Art. 421- A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato e Art. 422. Os contratantes são obrigados a guardar, assim na conclusão do contrato, como em sua execução, os princípios de probidade e boa-fé, deve ser considerado como um negócio juridico onde há duas ou mais declarações de conteúdo oposto, mas convergentes, ajustando-se na sua comum pretensão de reduzir resultado jurídico unitário, embora com um significado para cada parte. Faz-se necessário nessa relação seguir o princípio da boa-fé objetiva, bem como do superior princípio da função social. Os indivíduos precisam se reeducar. A busca pela proteção da dignidade humana é o ponto crucial. A individualidade deve ser banida e o coletivo - a sociedade, precisa ser o alvo nesse contexto, não lhe trazendo prejuizo, mas sim, beneficio.
Por: Ivone Gramosa
Contrato no âmbito globalizado, observando o constante no Art. 421- A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato e Art. 422. Os contratantes são obrigados a guardar, assim na conclusão do contrato, como em sua execução, os princípios de probidade e boa-fé, deve ser considerado como um negócio juridico onde há duas ou mais declarações de conteúdo oposto, mas convergentes, ajustando-se na sua comum pretensão de reduzir resultado jurídico unitário, embora com um significado para cada parte. Faz-se necessário nessa relação seguir o princípio da boa-fé objetiva, bem como do superior princípio da função social. Os indivíduos precisam se reeducar. A busca pela proteção da dignidade humana é o ponto crucial. A individualidade deve ser banida e o coletivo - a sociedade, precisa ser o alvo nesse contexto, não lhe trazendo prejuizo, mas sim, beneficio.
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